Um jovem morreu esta terça-feira, 13 de outubro de 2026, num despiste de um pesado de mercadorias no IC5, junto a Lodões, no concelho de Vila Flor, distrito de Bragança. O camião tombou sobre dois automóveis ligeiros que seguiam em sentido contrário. O óbito foi declarado no local.
O acidente provocou ainda três feridos sem gravidade, encaminhados para o hospital de Mirandela. O alerta foi dado por volta das 7h40, segundo a Proteção Civil, em informação da Lusa reproduzida pela Renascença, pelo Público, pelo Observador, pela SIC Notícias e pelo SOL. Pelas 8h30, o IC5 estava cortado nos dois sentidos, com desvio por estrada nacional.
Noel Afonso, comandante sub-regional das Terras de Trás-os-Montes da Proteção Civil, indicou à Lusa a presença de 23 operacionais, seis viaturas e o helicóptero do INEM sediado em Macedo de Cavaleiros. Não foi localizado um comunicado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.
A versão da GNR surge no Mensageiro de Bragança, que cita o tenente João Gonçalves, comandante do Destacamento de Trânsito de Bragança. Segundo o jornal, a colisão foi lateral oblíqua e o pesado circulava no sentido Lodões–Vila Flor. As causas estão a ser investigadas. Não foi localizado um comunicado da GNR.
A vítima não foi identificada. A Lusa descreve um jovem na casa dos 20 anos. O Mensageiro de Bragança escreve que tinha 20 anos. A Bola e O Vilaverdense atribuem ao Jornal de Notícias a idade de 19 anos e uma identificação, mas a versão pública do JN consultada não identifica a pessoa que morreu.
O quilómetro não é o mesmo em todos os relatos. O Mensageiro de Bragança situou o corte da estrada entre os km 74 e 75 e disse que o acidente não foi no km 47. A Mundial FM manteve essa segunda referência. A hora do alerta também oscila: 7h39 em A Voz de Trás-os-Montes, cerca das 7h40 na Lusa e 7h45 no Mensageiro.
Este despiste é outro acontecimento, distinto da colisão frontal no IC5 em Vila Flor, a 17 de agosto de 2026, em que morreram António Carneiro e Gracinda Costa, segundo o Jornal de Notícias.
O nome da vítima não consta, nesta fase, das declarações da Proteção Civil nem da citação da GNR reproduzidas pelos órgãos nacionais.









